|

|
|
| |
“Os jovens me ensinaram a auto-estima, a força de vontade, o entusiasmo. Não tem nada pronto e eles acreditam que podem construir do nada. Minha maior lição no SuperAção é saber que a juventude pode sonhar.
A biblioteca é um exemplo. Ela estava sempre trancada e, quando a gente precisava de um livro, não achava nada. Em seis meses, reativamos o espaço. Com os alunos, tiramos tudo das prateleiras pra saber o que tínhamos antes de organizar, catalogar e emprestar os livros pra escola e a comunidade.”
Kelly Cristina Manchini,
Educadora
|
|
| |
“Estava tudo fora de lugar na biblioteca. Eu limpei, organizei. Me senti útil. Agora me vêem na escola como alguém que tem atitude, consegui fazer alguma coisa pela escola! Fizemos uma reunião com todos os professores pedindo pra que levem seus alunos à biblioteca pra pesquisar.
A gente controla os livros com entrega atrasada e registra os dados do aluno pra depois poder saber onde estão os livros emprestados. Quando leio, eu vou pra cada lugar... escapo da tristeza... sou uma princesa, conheço a França, Rússia, Escócia, fico imaginando a roupa e o cabelo das pessoas.”
Valquíria Veras, 17 anos
|
|
| |
“Eu repeti a 1a, a 2a e a 4a séries.. O que eu não sabia no regular, hoje tô sabendo no Se Liga. Quando chega o fim do ano, a gente ouvir da professora que vai passar... é muito bom! No Se Liga a professora chega perto da gente, dá atenção a todos os alunos. Isso é o que não tinha na outra sala.
Quando reprovava, vinha aquela vontade de choro. Chegava em casa, via meu irmão, que estudou comigo, passando pra uma 8a série e eu ficando pra trás... Não tinha mais ânimo. Eu quero estudar pra ser policial. E se chega uma escritura pra polícia assinar e eu não sei? Fica feio, né? Passo vergonha. Agora leio e escrevo tudo. Me sinto emocionado.”
Wiliam da Silva Oliveira, 13 anos,
Se Liga, Campina Grande, PB
|
|
| |
“Eu estava meio adormecida, com 28 anos de magistério. Quando o Se Liga apareceu, ah, minha filha... acendeu uma luz que vai longe! Eu nem sabia que era capaz. Novidade pra mim agora é um desafio. Me sentia encostada, velha, desestimulada. Hoje tenho incentivo, gosto de dar minha aula e ter um supervisor avaliando; não tenho preguiça de ficar até as duas da manhã preparando aula. O Se Liga deu ênfase à minha vida profissional.”
Maria de Lourdes Pereira Conrado, 56 anos,
Professora do Se Liga, João Pessoa, PB
|
|
| |
“O Se Liga e o Acelera vêm dando exemplo à educação da rede pública de que o aluno é capaz de aprender, e dar uma resposta positiva. Tudo depende da metodologia, do acompanhamento sistemático e do querer, acima de tudo. Independentemente de todos os problemas sociais que a criança possa enfrentar, temos comprovações de que ela só não aprende se faltou o ensino adequado. Nos Programas, os alunos se socializam, são preparados para serem cidadãos. Começam na escola a construir seu futuro.”
Sufia Ribeiro Leite,
Secretária Municipal de Educação, Cedro, PE
|
|
| |
“Carrego carrinho de feira e ajudo meu pai a fazer tijolos desde os quatro anos. Quando tinha muito trabalho, não dava pra ir à escola e aí repeti três vezes a 2ª série. Chegava em casa e falava:‘passei não’.
Era chato ver a mesma aula, o mesmo livro todo ano, a mesma coisa. Aí fiz o Se Liga e agora o Acelera. O que mais gosto são os livros e a professora, que é paciente com a gente. Se não tivesse esses Programas, tinha reprovado de novo. Agora quando passa uma coisa escrita na tv, meus irmãos só soletram e eu leio tudo, ligeirinho.“
João Paulo Souza da Silva, 13 anos,
ex-aluno do Se Liga e atual Acelera, Bodocó, PE
|
|
| |
"Foi muito bom pra minha vida ler e escrever. Eu não queria nada com a vida, estudar, acordar cedo, ir pro reforço escolar, tudo era ruim...
Depois do Acelera eu disse pra mainha: vou estudar pra quando crescer ter meu trabalho. Eu acordo 5h pra fazer as tarefas logo e ensino a - e - i - o - u para os meus irmãos.
Estudar é muito importante na minha vida. Quem não lê e não escreve, fica burro e não sabe de nada.
Em casa tenho um caderninho onde boto um bocado de coisa lá: conta, ditado, palavra que aprendi pra saber tudo quando chegar a prova."
Josemário da Silva Júnior
11 anos, aluno do Acelera, Carpina
|
|
| |
"Todos os dias estou na escola pra saber se minha filha Carla está aprendendo. Eu nunca estudei, mas vendo aqueles livros do Se Liga e do Acelera foi me dando vontade. Hoje, quando vai chegando 5 horas da tarde, dou café pros meninos, me ajeito, pego meus livrinhos e vou pro colégio. Agora na reunião do Acelera eu assino meu nome, não boto o dedo. É tão bom agente não fazer vergonha, né? Acho lindo meus filhos lendo. O ano que vem vou colocar meu filho de 9 anos no Se Liga ."
Selma Alves da Silva
mãe de Carla Eduarda, 40 anos, doméstica
|
|
| |
"Minhas amigas diziam pra eu sair da escola que eu não ia aprender mais, não. Mas eu aprendi e senti muita coisa boa no Acelera e no Se Liga. Eu achei bom que a minha mãe quis aprender a ler e escrever também. Em casa agente pega o livro do Acelera e estuda junto. Eu faço o exercício, depois apago e mando ela fazer."
Carla Eduarda da Silva
14 anos, aluna do acelera Carpina
|
|
| |
"O resultado com o Se Liga foi tão positivo que introduzimos a metodologia do Programa nas turmas de primeira à quarta série este ano. Não podíamos desperdiçar esta chance. O Se Liga é um choque, tem efeito rápido. Com outros programas, o resultado era mais lento. Ele também foi pra gente um 'acorda professor!', que colocou mais compromisso no seu trabalho. Infelizmente os motivos que levaram a implementar o Programa são conseqüências de um trabalho mal feito por nós mesmos! Nossa meta é acabar com essa história da criança chegar na quarta série, pelo amor de Deus, sem saber ler e escrever!" .
Rosângela Chaves Gomes
Secretária Municipal de Educação de Panelas
|
|
| |
"Ôxe, não puxava tanto os alunos para participar como agora no Acelera. E eles querem saber tudo, despertaram. Rapaz, tô pensando seriamente em adiar a minha aposentadoria por causa desse Programa, que me incentivou a pesquisar. Pedi pra ter aula de matemática com professores do ginásio e saí com os alunos pela escola para medirem área e perímetro".
Ana Cristina de Farias Soares Lira
51 anos, professora do Acelera, Carpina
|
|
| |
"Quando minha mãe voltou para meu pai verdadeiro, me perguntaram na Justiça: 'Você tá decidido a aceitar o sobrenome do seu pai?' Eu escrevi lá: 'estou', e só assinei por causa do meu estudo. No Se Liga aprendi a escrever e ler, no Acelera endireitei minhas letras, consegui fazer texto e escrever cartas. Fecho os olhos e penso como vou escrever uma história com começo, meio e fim. Me enchi de vontade de me dedicar a mim mesmo. Me achava um burro, as pessoas sabendo ler e eu não. O Acelera tá puxando a minha mente pra eu deixar de ser o que era. Durmo no pensamento de acordar, pra estudar e junto dinheiro pra poder botar aparelho no dente e comprar uma casa. Juntei trinta reais que ganhei, com mais trinta que tinha guardado fiz sessenta, e comprei lençol pra todo mundo lá em casa".
Samuel Xavier da Silva
11 anos, Carpina
|
|
| |
"Só conseguiremos mudar a qualidade da educação no país se houver integração entre os poderes público e privado. Sozinho o Estado jamais teria condições de fazer o trabalho que está sendo feito. É importante registrar a sensibilidade social do grupo
LIDE/EDH
e a importância acertada que estão dando à educação - tendo como grande âncora o Instituto Ayrton Senna - neste momento tão sublime da sociedade em que vivemos. Uma sociedade baseada no conhecimento onde a eduação é instrumento permanente de inserção social."
Mozart Ramos Neves
Secretário Estadual da Educação
Pernambuco
|
|
| |
"É uma vitória quando o aluno que ninguém dá nada por ele, que o diretor não quer aceitar por indisciplina, que temos que brigar para o pai mandar para a escola, começa a ler e escrever!"
Fabiana Gorete de Lima
professora e capacitadora do Se Liga
|
|
| |
"Eu repeti a primeira série um bocado de vezes. Não sabia nem o que era um o (risos) e copiava o caderno dos colegas. Maínha chorava de raiva porque eu repetia de ano. Agora ela fica aperreada porque não tiro o livro da mão. Antes perdia tempo pra chegar num lugar, hoje leio as placas e vou rapidinho."
Roberto dos Santos Silva
13 anos, aluno do Se Liga, Rio Formoso
|
|
|
|
|
|
 |
|